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Monthly Archives: December 2009

MindCastle é um estúdio de fotos e vídeos para casamentos. Eles fizeram 200 cartões/DVDs e gravaram o passo-a-passo para mostrar como funciona o processo criativo deles. Bem bacana o site deles.

Via Update.

Documentário da série Great Museums In Our Time: The Museum of Modern Art, com 1h de duração.  Eles mostram o seu incrível acervo com obras de Van Gogh, Matisse, Picasso, Pollock e Warhol dentre outros grandes nomes da arte.

Ao visitar uma exposição de arte ficamos sempre com aquela sensação reflexiva e várias vezes saímos com um ponto final – ou de interrogação. Eduardo Berliner provoca essa inquietude em nossas mentes e devido a esse aspecto em suas obras ele se tornou um dos artistas brasileiros mais requisitados no cenário internacional. Fruto de anos de incassáveis buscas por pontos de vistas cotidianos que todos nós relegamos ao usual. A consequência desse empenho foi seu trabalho reconhecido por ninguém menos que Charles Saatchi, famoso galerista britânico. Um parênteses do próprio Edu revela um pouco mais sobre seu trabalho:

A potência do meu trabalho vem de não saber muito o que eu estou fazendo”, diz Berliner, 31, entre máscaras de lobo e recortes de jornal e revista que decoram o lugar. “Isso fertiliza a pintura, contamina, leva o desenho a outro lugar.

É uma rota direta entre os refugos da realidade e a estranheza mordaz dos quadros. Os fragmentos se juntam numa grande tela em que as composições são belas e perturbadoras.

“Essa situação é muito estranha e muito normal”, resume. “O estranho tem a ver com aquilo que eu nunca faria ou não pensaria nunca em fazer.”

Mas Berliner não é um pintor. É uma espécie de antiarquiteto da realidade. Persegue as sobras, e não as estruturas. E reinventa o real a partir de um olhar que caça o periférico.

Via Folha.

A pair of FUCK 3D glasses, loose the 3rd dimension and enjoy full 2D.

Download FUCK 3D DIY-set here.

Nada mais.

É por posts como esse que o Skull,nu é foda.

more about “Last Minutes with ODEN“, posted with vodpod

O vídeo começa tenso, bem tenso. Conhecemos a figura ansiosa de Jason Wood, um cara que, aparentemente, passou a vida dentro e fora de prisões por causa de drogas. Rausch filma os minutos anteriores ao momento em que Jason terá que botar seu cachorro Oden para adormecer. Doente, o cachorro terá que dormir para sempre, e cabe a Jason acompanhar o amigo nessa jornada.

Percebe-se claramente o desespero de todos. O cachorro, com olhar assustado percebe seu fim, mas tem uma resignação nobre. Assim como todo a

Animal não-humano, Oden preservou sua sensibilidade e integridade. Oden foi a ponte e o elo de Jason com a realidade, em especial com a realidade dos afetos, de gostar e ser retribuído. Foi Oden quem resgatou e conectou Jason às suas emoções e à espiritualidade, coisas até então perdidas por conta do vício.

Lá no Skull,nu o Keid ainda coloca um outro vídeo, que consegue ser ainda mais emocionante do que esse aí em cima. O post fecha assim:

O mais bizarro de tudo é pensar que hoje em dia cabe a um bichinho de estimação a tarefa de manter nossa sanidade, quando não nos salvar emocionalmente. Cabe a eles serem nossos agentes de interação social, psíquica e emocional.

Umberto Eco foi entrevistado pela Spiegel. Vale a leitura.

The list is the origin of culture. It’s part of the history of art and literature. What does culture want? To make infinity comprehensible. It also wants to create order — not always, but often. And how, as a human being, does one face infinity? How does one attempt to grasp the incomprehensible? Through lists, through catalogs, through collections in museums and through encyclopedias and dictionaries.

We have a limit, a very discouraging, humiliating limit: death. That’s why we like all the things that we assume have no limits and, therefore, no end. It’s a way of escaping thoughts about death. We like lists because we don’t want to die.

Only a chemist would refer to water as H2O. But I say that it’s liquid and transparent, that we drink it and that we can wash ourselves with it. Now you can finally see what I’m talking about. The list is the mark of a highly advanced, cultivated society because a list allows us to question the essential definitions. The essential definition is primitive compared with the list.

Via Ian Tait, cujo post sobre esta entrevista tem o sugestivo título de “Lists, Fuck Yeah!”

Tem muito nego doido no mundo. De qualquer forma, é um experimentação do caralho.

more about “Looping Around The House“, posted with vodpod

Via Ian Tait

E como sempre, coloca a porra do sarrafo lá em cima.

O conceito é simplesmente embasbacante, esse sim é o verdadeiro espírito de natal.

Senão a imortalidade, um tédio pra mais de 100 anos.

By 2020, we will be testing drugs that will turn off the fat insulin receptor gene that tells our fat cells to hold on to every calorie. Holding on to every calorie was a good idea thousands of years ago when our genes evolved in the first place. Today it underlies an epidemic of obesity. By 2030, we will have made major strides in our ability to remain alive and healthy – and young – for very long periods of time. At that time, we’ll be adding more than a year every year to our remaining life expectancy, so the sands of time will start running in instead of running out.

O futurista Ray Kurzweil escreveu um texto sobre a tecnologia ao fim da próxima década deveras interessante. Vale a pena.

Mobile Mobile é uma instalação de Natal no escritório internacional da Lost Boys, em Londres. Eles usaram 50 celulares antigos colhetados na empresa para fazer este mobile enorme. Cada telefone é controlado individualmente por um computador e tem seu próprio tom. Quando ninguém interage com a escultura, ele joga “Carol of the Bells”. Mas você pode controlá-lo através deste website, ou você pode enviar um tweet com #lbitree e interagir.

Mobile Mobile is just one in a line of many great lo-fi art/build concepts; from the Design Museum’s Aquarium, Digital By Design, Troika and The Cloud, the Printer Bleeping Thingy (I can’t remember who did it), all the great work by W+K, and of course, AKQA’s wonderful microwaves from last Christmas.

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