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Tag Archives: desenho

Momento jabá. Alguns desenhos meus foram escolhidos pela Revista Zupi no concurso Eles ♥ desenhar. O obejtivo dessa seleção é celebrar o analógico em um cenário onde tudo é digital: das fotos e músicas que entulham nossas pastas no HD aos relacionamentos mediados por redes sociais.  A questão é mostrar através de suas imperfeições únicas todo o charme do traço livre e a cumplicidade de pessoas com ferramentas bastante simples como grafite, borracha, papel e tintas.

Agora vem o momento desconforto. Eu trabalho com design, publicidade e processos criativos há anos e estou acostumado a vender o peixe dos outros. Sempre me sinto desconfortável em vender o meu e não sei de onde isso vem, porém a máxima “casa de ferreiro espeto de pau” se encaixa muito bem nesses momentos. Então quem quiser dar uma conferida, acessa o link da revista e vejam muitos trabalhos fantásticos de uma galera que, assim como eu, ama desenhar. Tks! (:

Projeto fodástico do MIT. Daria meu pé esquerdo pra acompanhar experimentações desse nível.

Jinha Lee and Hiroshi Ishii, two graduate students at the MIT Media Lab, created an interface with that in mind. “Beyond” comprises a glass table backed by a digital projector, and a hand-held drawing stylus. Pushing on the stylus extends the drawing tip into virtual space–thus, you could draw a diagonal pushing into 3-D by simply pushing gradually harder on the stylus.

Interessante para onde esse projeto pode levar a maneira que desenho e interfaces podem chegar.

Obviously, Lee and Ishii’s project is a conceptual prototype. Whether it could develop into a full-blown interface for 3-D design remains to be seen. But one problem might be the limits of human intuition. All day, we’re surrounded by flat images that we’ve learned to recognize as simulacra of 3-D–that’s what our brains naturally do. It’s no wonder then that you don’t often hear designers complain about how intuitive it is to draw in 3-D on a computer–all it basically involves is spinning a flat image around in virtual space, and then adding depth.

Foda!

more about “Desenho 3d“, posted with vodpod

Via

Acredite você ou não. De Paul Lung.

The author of such unbelievable art is 38-year-old graphic artist from Hong Kong Paul Lung. 0.5 mm technical pencil and A2 paper are the only attributes of these masterpieces. He doesn’t use eraser and spends up to 60 hours sketching out his pictures. As he often admits people do not belive him and he has to make videos of his work to prove that these art works are not photographs.

Se derivarmos a palavra Calligraphy, Calli significa belo e Graphy escrita. Nada mais pertinente ao visualizarmos o belíssimo vídeo do mestre Hermann Zapf, que executa traços memoráveis e poéticos em um esforço que dura somente aquele tempo necessário para transformar nada em um traço presente no mundo. Essa obra prima me faz pensar sobre o esforço investido na escrita de uma simples carta em relação aos atuais meios de escrita imediata como e-mail, textos em word ou mesmo esse texto babaca que vos escrevo. O tempo de investimento é tão importante quanto o próprio desenho dos tipos.

Ja cansamos de falar que o Ze Frank é foda. E para ele não perder esse posto, eis que o sacana nos surpreende novamente com uma de suas inovações.

The Scribbler takes simple vector based input (in the case of the online toy, your drawing) and creates its own drawing on top of it based on a number of simple rules. When a new scribble line is created it chooses a few numbers at random that eventually determine what sort of line it will draw. As it begins to draw it fine tunes those values to the type of drawing that you’ve made. Certain scribbles are better at following straight paths, others are better at outlining curves, and others are better for filling in large areas of color. Because there is randomness built into the program, each scribble is unique.

É uma plataforma muito útil para artistas e ilustradores. Eu estou de queixo caído com as inúmeras possibilidades que um desenho pode alcançar. Não levou muita fé? Então faça o teste.

Amazing drawings by illustrator Anna-Faye Gillespie.

Falei em alguns posts anteriores The Secret of Drawing e Desenho e vizualização do problema sobre a prática do desenho como veículo gerador de ideias. O desenho é uma ferramenta que te ajuda a perceber o mundo. Esse é um trecho do documentário “Esboços de Frank Gehry”, dirigido por Sydney Pollack. O arquiteto é filmado em seu atelier manipulando uma maquete. Este trecho exemplifica bem que a ideia nem sempre é boa quando ela está na tua cabeça.

À partir do momento em que uma coisa passa a existir no mundo, a coisa fica completamente diferente. Desenhar é um processo contínuo de tomada de decisão e os criativos precisam se acostumar a tomar decisões na hora de criar

Encontrei uma das 4 partes desse documentário feito pela BBC sobre como o desenho e visualização de idéias no papel são partes importantes de qualquer processo criativo. Esse é o capítulo Drawing by Design, tem aproximadamente 59 minutos e é uma jornada pela imaginação de pessoas que fazem seus trabalhos através do desenho e seguem essa linha de pensamento criativo.

The 1000 Journals Project é uma experiência colaborativa onde 1.000 sketchbooks foram enviados para pessoas com o  objetivo de fornecer um método para a interação e criatividade compartilhada pessoas. Aqueles que encontram os sketches devem acrescentar algo a eles. Pode ser uma história, desenho, fotografia, qualquer coisa realmente. Em seguida, eles passam para frente a um amigo ou estranho onde a colaboração continua.

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O negócio é torcer para que algum desses caiam nas mãos de alguém conhecido.

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