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Tag Archives: política

Via UoD.

E eu querendo mais lógica no mundo…

In a series of studies in 2005 and 2006, researchers at the University of Michigan found that when misinformed people, particularly political partisans, were exposed to corrected facts in news stories, they rarely changed their minds. In fact, they often became even more strongly set in their beliefs. Facts, they found, were not curing misinformation. Like an underpowered antibiotic, facts could actually make misinformation even stronger.

Via

Isso sim é uma idéia foda!

Jamil Abu-Wardeh is a comedy impressario taking on a tricky task – bringing standup comedy to the Middle East. He tells us that humor is a great way to bridge our differences – we need to take our responsibilities seriously, but not ourselves. We need to laugh at ourselves before others can laugh with us.

Um vídeozinho sobre as diferenças entre árabes e iranianos:

Via Ethan Zuckerman, um cara sensacional.

Texto da Veja sobre as eleições presidenciais na Colômbia:

Num movimentado cruzamento do centro de Bogotá, um grupo de estudantes vestidos com camiseta verde e segurando girassóis interrompe o trânsito caótico para distribuir santinhos. Em outro bairro, adolescentes barulhentos invadem restaurantes com balões amarelos. Essas são as cenas urbanas dominantes a poucos dias do primeiro turno das eleições presidenciais na Colômbia, em 30 de maio.

Essas manifestações fazem parte da campanha de Antanas Mockus, do Partido Verde. Começou a eleição com 9% e hoje está com 37%, tecnicamente empatada com o candidato do Presidente Uribe. Quuando reitor de uma Universidade, subiu ao palco e, vaiado pelos estudantes, abaixou as calças e mostrou a bunda. Quando prefeito de Bogotá, trocou os guardas de trânsito por mímicos. De quebra, ainda enfrenta o mal de Parkinson:

No mesmo momento em que começou a subir nas pesquisas, Antanas Mockus anunciou que sofre de Parkinson. Em um terço dos pacientes, a doença leva à demência. Mockus garante que, segundo os médicos, isso não ocorrerá com ele tão cedo. Durante entrevista a VEJA, sua mão direita tremia levemente, um possível sinal dos estágios iniciais da doença. A sinceridade do candidato ao lidar com o assunto agradou ao eleitorado.

O cara é foda, e alimenta a esperança de cada um em uma política limpa, sonhadora, ingênua. Tem um documentário em 7 partes, essa é a primeira:

E como todo contraponto é saudável, Reinaldo Azevedo escreve sobre o “esquisitão perigoso”.

3.000 dias no bunker é livro obrigatório para quem quer “tentar entender” a política brasileira. As páginas do livro trazem lições valiosíssimas sobre a disputa entre PT e PSDB. Basta dizer que a vitória de Paloci e Meireles, respectivamente na Fazenda e no Banco Central,  seria a continuidade, ainda que com novos nomes, das diretrizes da equipe econôimica do governo FHC. Se o Serra fosse eleito, seus discursos são prova, certamente haveria mudanças no rumo econômico. Coisas do brasil.

Mas voltando ao título, o livro começa mostrando uma articulação foda do governo para dar um olé no FMI.

O livro mostra que, antes do Plano Real existir, uma manobra sigilosa fez o mundo começar a olhar diferente para o Brasil. O que aconteceu nessa ocasião?

É um episódio tão curioso que, mesmo depois de vir à tona, permaneceu meio na sombra. O FMI ia avalizar a renegociação da dívida externa dos países emergentes, financiando as garantias que eles não tinham dinheiro para comprar. Era a salvação do colapso, oferecida pelos Estados Unidos. No caso do Brasil, a negociação emperrou, porque o FMI não acreditava nas medidas iniciais do Plano Real. E o Brasil não queria abrir mão de seu plano para seguir a receita do Fundo.

Pedro Malan e Gustavo Franco fizeram as contas, projetaram a entrada crescente de dólares no país e resolveram tentar um drible no FMI. Montaram uma operação secreta de compra das tais garantias, escondida dos Estados Unidos. Na hora da troca da dívida, em março de 94, apareceram com o fato consumado das garantias compradas, dobrando os americanos e o FMI. Foi uma manobra tensa, que está narrada em detalhes no livro, sobre a qual nunca se fez alarde. Mas foi uma das chaves para a construção da confiança externa no Brasil, que viria a seguir.

Tiramos onda nessa! A resposta aí de cima é do Guilherme Fiuza, autor do livro, que escreve pra caralho.

Quando os iranianos foram para a rua, só se falava do twitter cá no Ocidente. Tolinhos.

When Czechs organized to overthrow their government back in 1989 they faced many obstacles, but transmitting information was not one of the big ones. They had many ways to distribute what they needed: they leaked information to Western TV and radio stations who would broadcast it back to millions of listeners; they used official photocopiers to make hundreds of copies of samizdats, networks of music fans turned themselves into subversive communication webs, actors read anti-government news instead of reciting their lines at dramatic performances.

If information is not the main problem for protest movements, then the Internet is not the solution.

What activists need in autocratic countries is not “ways to share information” but “ways to share trusted information securely and privately

It’s all part of establishing trust among group members, and the Internet doesn’t do much to help – or hinder – that crucial step.

Isso casa com o pensamento do Evgeny Morozov, crítico dessa internet utópica e tema de dois posts aqui.

Via Whimsley

Vale a leitura

E olha com quem eu me deparei:

Sabe o que é engraçado? Os gringos já estão de olho e nós, brasileiros, continuamos a assistir, anestesiados e ao mesmo tempo ainda mais polarizados (não, isso não é contraditório), um embate/plebiscito idiota entre PT (na verdade o Lula, que engoliu o PT) e PSDB. Triste Brasil, patéticos brasileiros.

Eu, como viciado em política que sou, acho a iniciativa do caralho

more about “BOVAP – Bolsa de Valores Políticos“, posted with vodpod

Mas confesso que tenho alguns questionamentos em relação à precificação. Esse vídeo aqui explica, e só aumentou ainda mais a minha confusão. O meu medo é que a irracionalidade da bolsa também se faça presente nesta precificação.

M

utopia

TED Fellow and journalist Evgeny Morozov punctures what he calls “iPod liberalism” — the assumption that tech innovation always promotes freedom, democracy — with chilling examples of ways the Internet helps oppressive regimes stifle dissent.

E o cara pode falar com propriedade, já que ele é da Bielorrússia. Ele também é bem humorado, como se pode ver nesse slide onde ele explica como seu país, Belarus em inglês, é visto no mundo:

utopia1

Que foda!

Como o player do TED é um tanto hostil, segue o link para a palestra, deveras interessante.

Entrevista com Evgeny Morozov, a fellow of New York’s Soros backed Open Society Institute and a prolific Foreign Policy magazine blogger, a respeito de falsas ilusões sobre a internet.

Morozov argued that authoritarian regimes have successfully appropriated the tools of social media for their own anti democratic ends. There’s nothing intrinsically liberalising about the Internet, the Belarus born Morozov told me. Like any kind of media technology – such as Stalin’s propagandistic use of television or the Nazi exploitation of radio – it is easily subverted by political dictatorship.

Morozov singled out the British Prime Minister Gordon Brown as epitomising the “naïve” politician who sees social media networks as a way of manufacturing dissent in authoritarian societies. Critiquing Brown’s TED conference speech in Oxford last month in which he gave a speech entitled “Wiring a Web for global good”, Morozov – who also spoke at TED – argued that Brown is wrong to believe that we are at a “unique moment” in history when social networking and blogging will guarantee against such crimes against humanity as the genocide in Rwanda. Yet, as Morozov argued, both the recent genocide in Congo and the war in Iraq happened in spite of the existence of social networking and blogging.

O mais foda é como ele começa a entrevista:

“I’m trying to bring some realism to this conversation”

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