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O Sílvio Meira escreveu um post tão bom que eu copiei até o título.

a geração que começou a vida jogando [virtualmente, e não bola de gude] só, e depois on-line [e depois em grandes redes de conhecidos], que tem hoje entre 5 e 25 anos, é o “us” de wright. são os nós que aprenderam a jogar no modo 2 de michael gibbons [no lugar, em rede, sob demanda, no contexto, multidisciplinar, fora da escola, orientado a problemas] e estão aprendendo a fazer mundos virtuais basicamente do mesmo jeito, pois o modo 1 [na escola, sistematizado, disciplinar… burocrático] não foi onde os jogos [de todos os tipos] foram criados. e muito menos jogados. é proibido jogar, no modo 1… no modo 1, que é muito sério, jogos são brincadeiras intoleráveis.

“Games are evolving to entertain, educate, and engage us individually. These personalized games will reflect who we are and what we enjoy, much as our choice of books and music does now. They will allow us to express ourselves, meet others, and create things that we can only dimly imagine. They will enable us to share and combine these creations, to build vast playgrounds. And more than ever, games will be a visible, external amplification of the human imagination.”

Aí o Sílvio Meira dá como exemplo um jogo que eu já tinha ouvido falar há um tempo, mas nunca tinha visto nada. Dei mole, pq o jogo é foda!

Se gostou do assunto, clique e veja uma palestra foda da sensacional (nos dois sentidos) Jane McGonigal.

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