Skip navigation

O título vai em inglês na falta de uma tradução melhor.

O NYT fez uma matéria foda com 5 neurocientistas. A matéria na verdade foi uma viagem para um lugar em que os celulares não têm sinal e a internet não passa de um sonho distante. A idéia era que esses neurocientistas pudessem entender na pele como a tecnologia nos influencia e como a falta de conectividade afeta nosso cérebro. Um exemplo bem claro está no conceito de “expectation”. Na matéria é usado como exemplo o e-mail, mas serve para um bando de coisas:

“The expectation of e-mail seems to be taking up our working memory,” Mr. Yantis says.

Working memory is a precious resource in the brain. The scientists hypothesize that a fraction of brain power is tied up in anticipating e-mail and other new information — and that they might be able to prove it using imaging.

“To the extent you have less working memory, you have less space for storing and integrating ideas and therefore less to do the reasoning you need to do,” says Mr. Kramer, floating nearby.

Isso é, mesmo que nós não estejamos checando nossa caixa de e-mail (facebook também serviria), nossa “working memory” é usada na expectativa do e-mail que está por vir. É por isso que atualizamos nossa caixa de e-mail dezenas de vezes ao longo do dia.

Algumas horas depois de ler essa matéria do NYT eu fui no site do fodástico Dustin Curtis e li um post sobre “mirror neurons”, e logo me veio a mente esse conceito de “expectation”:

WHEN A MACAQUE MONKEY wants to lift its arm, neurons in the premotor cortex of its brain fire, sending the ‘move’ signal to its arm muscles. The Italian researchers — led by Giacomo Rizzolatti at the University of Parma — were studying this process by using a surgically-implanted electrode that would show neurons as they activated on a screen.

The team performed several studies showing that the neurons in the premotor cortex did indeed light up when the monkey moved its arm. But then something strange happened: the screen began lighting up when the monkey wasn’t moving at all.

These ‘phantom’ activations seemed completely random until one of the researchers noticed that every time the test monkey’s neurons had fired, another monkey across the room had been moving its arm. The test monkey’s neurons fired as it was merely watching the other monkey move!

Se no caso do macaco basta ver outro animal fazendo determinado gesto para ativar seus neurônios, no caso narrado pelo NYT basta uma exposição prévia a enxurrada informacional para nossos neurônios começarem a disparar.

Ah, esse post não tem nenhum embasamento científico, muito pelo contrário. A chance de eu estar falando merda é grande, eu inclusive aposto minhas fichas nessa possibilidade.

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

%d bloggers like this: