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Tiago Dória escreveu um post interessante, como de costume, sobre um livro de Nick Bilton, um dos líderes da guinada do NYT. Lá pelo meio do post tem esse trecho interessantíssimo:

Citando o cientista político Benedict Anderson, o pesquisador do NYTimes lembra que a mídia impressa sempre teve uma capacidade de ser “social”. Por utilizar uma linguagem comum, tem a competência de criar “comunidades imaginárias” e um senso de nação.

Com esse raciocínio, Bilton aponta para um detalhe histórico importante. Alguns dos primeiros jornais na Inglaterra vinham com uma folha em branco para que o leitor pudesse escrever algo quando passasse o jornal para frente, para outra pessoa ler.

Ou seja, os jornais vinham com “espaço para comentários”, já havia um senso de conversação e interatividade na mídia impressa.

Para fechar, um trecho interessante sobre storytelling:

Para mim, o livro tem dois pontos altos. Um deles, quando o autor deixa claro que um dos principais desafios da mídia não é mudar de plataforma ou dispositivo (antes papel, agora digital/antes carta dos leitores, agora página no Facebook), mas trabalhar com novas narrativas, conseguir se manter atraente em meio a tantas opções. O desafio é narrativo.

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