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Tag Archives: bancos

Alguns passos a frente do Mint.

Para entender melhor o Bank Simple, é só clicar nessa matéria da Fast Company.

Eu já tinha postado aqui uma palestra foda do Rory. Lá pelas tantas, ele cita uma idéiagenial para bancos.  A Colenso BBDO, de Auckland, tirou a bunda da cadeira e colocou a idéia na rua.  Com os devidos créditos ao Rory, é claro. Isso sim é postura.

Antes do coroa esculachar com sua lucidez, um trechinho de um artigo da Harvard Business Review sobre os bancos entrarem na onda do micro-crédito:

A NYT front-page article explored how the much-celebrated phenomenon of micro-lending, offering small loans to individuals and entrepreneurs in the poorest countries as a way to lift them from poverty, is facing a global backlash. Muhammad Yunus, the Bangladeshi economist who won the Nobel Peace Prize in 2006 for his work in the field, was watching in horror as powerful, hungry, often-reckless banks were rushing in to generate big profits from an idea they either didn’t understand or didn’t care about. “We created microcredit to fight the loan sharks; we didn’t create microcredit to encourage new loan sharks,” Professor Yunus fumed. “Microcredit should be seen as an opportunity to help people get out of poverty in a business way, but not as an opportunity to make money out of people.”

I love innovation as much as the next person–probably more so. But this makes me crazy! The story of finance over the last 25 years has been the story of innovation run amok–and of our systematic failure, as a society, as companies, as individual leaders, to learn from mistakes we seem determined to keep making. It might be condo loans in Miami, synthetic derivatives in London, or credits to yak herders in Mongolia, but it’s déjà vu all over again: good ideas gone disastrously wrong, genuine steps forward that ultimately bring markets crashing down.

É aí que entra o Warren Buffet, com uma fala tirada de uma entrevista que você deveria assistir:

As I fumed once more, I thought back to some words of wisdom from Warren Buffet, who continues to amaze with his common-sense brilliance. Buffet gave the best explanation of this phenomenon I’ve ever heard in an interview with Charlie Rose. The PBS host, talking to the billionaire about the same disaster Michael Lewis writes about, asked the obvious question: “Should wise people have known better?” Of course, they should have, Buffett replied, but there’s a “natural progression” to how good ideas go wrong. He called this progression the “three I’s.” First come the innovators, who see opportunities that others don’t. Then come the imitators, who copy what the innovators have done. And then come the idiots, whose avarice undoes the very innovations they are trying to use to get rich.

O coroa esculacha ou não esculacha??

o que me leva a pensar, considerando todos os fatores, que o grande roubo de banco na sociedade da informação sempre vai ser, na verdade, ao banco de dados

Se vc se interessou, clique aqui e leia mais um excelente post assinado pelo Professor (em sua mais nobre acepção) Sílvio Meira. Veja a que ponto nós chegamos e se espante.

Respondendo a pergunta do título do post, não, não e não!

At the height of the banking crisis, Clayton Christensen offered the following advice to JP Morgan CEO Jamie Dimon: “Go to the developing world and buy a phone company!”

Leia isto aqui e entenda o por que.

Na Emilia Romana, centro da Itália e pátria do parmesão, os empréstimos bancários concedidos aos agricultores são garantidos por fornadas de queijo parmesão, depositado nos bancos enquanto alcança o ponto ideal.

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O sistema, único no mundo, nasceu nos anos 50 e no século XXI ainda é utilizado por quatro bancos desta região da Itália: o Banco Agrícola Mantovana (MPS), o Popolare di Verona, o Popolare dell’Emilia Romagna e o Credem (Crédito Emiliano), que abrigam mais de 400.000 formas de parmesão. A forma de parmesão, que pesa 40 quilos e vale 300 euros, amadurece após dois anos da fabricação.

Os depósitos servem ao mesmo tempo de garantia para os créditos. Se o cliente não pagar o crédito, o banco recupera o valor vendendo o queijo.

O Tiozinho que inventou essa idéia há meio século é mais criativo que muito publicitário.

Do G1

Os depósitos servem ao mesmo tempo de garantia para os créditos. Se o cliente não pagar o crédito, o banco recupera o valor vendendo o queijo.