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Tag Archives: Jazz

Um aplicativo a altura do Flipboard. É sobre a história do jazz, e a interface é embasbacante.

Esse é um artigo da revista SEED que explora como a criatividade funciona no cérebro. Analisam-se dois estudos que lançam luz sobre a seqüência específica de atividade cerebral que é conhecida como criatividade espontânea.

From Jackson Pollock to John Coltrane — how creativity springs from a choreographed set of mental events.

But how does such an act of imagination happen? How does the mind create on command? William James described the creative process as a “seething cauldron of ideas, where everything is fizzling and bobbing about in a state of bewildering activity.” In the last year, two separate experiments have attempted to see inside the cauldron, to figure out how a loom of electric cells finds the exact right notes on the upright organ.

E o Jazz, memoravelmente citado e explicado de maneira mais científica

The first study, led by Charles Limb of the NIH and Johns Hopkins University, examined the brain activity of jazz musicians as they played on a piano. The musicians began with pieces that required no imagination such as the C-major scale and a simple blues tune they’d memorized in advance. But then came the creativity condition: The musicians were told to improvise a new melody as they played alongside a recorded jazz quartet. While the musicians riffed on the piano, giant magnets whirred overhead monitoring minor shifts in their brain activity.

The researchers found that jazz improv relied on a carefully choreographed set of mental events, which allowed the musicians to discover their new melodies. Before a single note was played, the pianists exhibited a “deactivation” of the dorsolateral prefrontal cortex (DLPFC), a brain area associated with planned actions and self-control. In other words, they were inhibiting their inhibitions, which allowed the musicians to create without worrying about what they were creating.

E para minha sorte, hoje me deparei com a palestra bem humorada da escritora Elizabeth Gilbert, onde ela reflete sobre as coisas impossíveis que esperamos dos artistas e gênios. Ela faz um apanhado histórico de como a criatividade não é um sopro divino ou um momento de epifania. É um relato muito pessoal e surprendentemente emocionante e que costura muito bem com o assunto da matéria acima.

Esse vídeo mostra uma disputa acalorada entre os mestres Charlie Parker e Dizzy Gillespie por uma visão um tanto diferente.

O interessante é que essa performance é anterior ao comercial daquela agência que tem como dono “vocês sabem de quem estou falando”, que chama todo publicitário de cisne e enfim… se começar a falar sobre essa persona, vão sobrar adjetivos como pernicioso, predador, oportunista, aproveitador, manipulador (sic). Me parece que rolou uma “chupada” clássica. Ou melhor, de Jazz.