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Tag Archives: silvio meira

Via Sílvio Meira

Veja o que o Jason Calcanis tem a dizer:

Bitcoin is a P2P currency that could topple governments, destabilize economies and create uncontrollable global bazaars for contraband.

After month of research and discovery, we’ve learned the following:

1. Bitcoin is a technologically sound project.

2. Bitcoin is unstoppable without end-user prosecution.

3. Bitcoin is the most dangerous open-source project ever created.

4. Bitcoin may be the most dangerous technological project since the internet itself.

5. Bitcoin is a political statement by technotarians (technological libertarians).*

6. Bitcoins will change the world unless governments ban them with harsh penalties.

Tá curioso? Eu descobri esse projeto através do Sílvio Meira e sua análise fina.

uma das coisas que define um governo é a capacidade de emitir moeda e controlar seu suprimento dentro de sua área de ação. a regulação dos meios de pagamento é uma preocupação essencial dos governos contemporâneos e interferir neste processo é tratado, independentemente do lugar, como crime federal dos mais graves. pra você ter idéia da seriedade da coisa, se você receber moeda falsa [sem saber], descobrir que a tem e retorná-la à circulação, sua pena pode variar de seis meses a dois anos.

mas e se… nós nos articulássemos em rede e, em conjunto –na verdade, entre pares, muitos pares-, resolvêssemos emitir nossa própria moeda e os sistemas de transação e controles que regulariam seu uso nos mercados globais, passando a dispensar bancos, cartões de crédito, sistemas de transações… governos, em suma, de tudo o que está, hoje, associado à noção de remuneração, dinheiro, compra e pagamento?

estaríamos falando de uma inovação absolutamente radical, talvez a maior desde o templo de hera? ou de um crime contra a economia internacional, cujos autores seriam perseguidos aqui e algures pela interpol?…

isso é o que veremos em breve. aqui entra em cena a galera de bitcoin.org, responsáveis por criar uma moeda radicalmente virtual e distribuída

Nesse link aqui tem um pdf com uma boa explicação.

E aqui estão os responsáveis pelo projeto.

…inclusive porque já estamos na situação em que a torrente de informação gerada por pessoas e sistemas, informatizados e conectados, já não tem nem mais onde ser guardada, como mostra o gráfico ao lado. e isso há tempos: desde 2007, se cria bem mais informação do que os sistemas de arquivos podem armazenar. mas não é só a criação que importa, é o fluxo de informação também: segundo a CISCO, o tráfego global na internet cresceu 45% em um ano [entre 2009 e 2010], chegando a 15 exabytes por mês. e os sinais são de que tal fluxo será quatro vezes maior em 2014, chegando a 767 exabytes no ano. leve em conta que um exabyte é um quintilhão de bytes, algo com nada menos que 18 zeros depois do 1… e pense no volume de dados indo de um ponto a outro na rede mundial.

…lembrando que os últimos dados consolidados que a empresa tem são de 2009, 2010 estando para sair. mas pense: dados móveis, a parte roxa do histograma, que ficava escondida em 2009, será quase 40 vezes maior em meros cinco anos. isso tem a ver com você, eu e todo mundo que a gente conhece usando a rede de dados móveis ou querendo usá-la assim que pintar na sua localidade ou tiver como pagar por ela.

resultado ? uma pesquisa [limitada, é verdade] da magnify, especialista em “curadoria de informação”, descobriu que…

Via Sílvio Meira

O porto digital de Recife terminou de fazer a pesquisa 2010 sobre empreendedorismo e empregabilidade no sistema local de inovação do centro do recife. resultado? ao invés das 140+ empresas que menciono nos vídeos abaixo, dado de nossa pesquisa antiga, descobrimos ao fim de 2010 que o porto digital já tem 170 empresas, tocadas por 450 empreendedores e 6.000 colaboradores, responsáveis por um PIB digital da ilha do recife antigo de R$700 milhões.

Via Sílvio Meira, meu ídolo.

Via

Aperitivo de um PDF fresquinho da The Economist sobre dados e o tal dilúvio informacional.

Texto do professor Sílvio Meira.

“ano passado, o número de usuários de facebook no brasil passou de um para oito milhões. bem menos do que os vinte e oito milhões de usuários de orkut, mas um crescimento espetacular para um único ano. se o tamanho do facebook brasileiro estiver dobrando este ano… pode ser que orkut, aqui e em breve, tenha o mesmo fim de mySpace no mundo. ou seja, deixe de ser relevante. e desapareça.”

De Zigmund Bauman:

Young people emanate anxiety, restlessness and impatience as they confront an apparent abundance of chances, and the fear of overlooking or missing the best among them. Idols to watch and fashions to follow are as profuse as they are short-lived. Chances pop up and disappear with little or no warning, and the rules of the game are changed before the player had time to finish.

Via Sílvio Meira

Do Sílvio Meira:

o brasil vai caindo, devagar e sempre, nas comparações internacionais de qualidade e quantidade de infraestrutura de informação. em 2000, o brasil estava 38o. lugar no network readiness index do world economic forum; em 2004, já havíamos caído para 46o. lugar entre 104 países.

no ranking de 2008-2009, caímos para a 59a. posição em 134 países; somos vizinhos do azerbaidjão e da turquia por baixo e nos lideram a romênia, o kuwait e a costa rica.

Isso é um tanto embaraçoso. A situação é tão tosca que você acha que não tem como ficar pior, certo? Bobinho.

o teletime, entre outros noticiosos, dá conta de que a “Falta da planilha de custos deixou PNBL fora do PAC 2” em manchete do dia 29/03. ouvido pelo teletime, o ministro paulo bernardo, do planejamento, disse que… “Ainda não há definição sobre o plano. Há detalhes que precisam ser fechados, por isso ele não foi incluído no PAC 2”. os detalhes comporiam a tal planilha onde estão as primeiras cidades na malha do PNBL, as velocidades das conexões, os custos, as fontes de recursos

Sabe o que é PNBL? É só o Plano Nacional de Banda Larga, que é uma “proposta de infraestrutura [nacional] de informação que promete [ou prometia] conectar, decentemente, o brasil pela e à internet.

Sim! Os planos do governo sobre banda larga não estão presentes nem no PAC2 (sempre que ouço/leio/escrevo PAC2 me dá vontade de rir)!! Os caras só esqueceram a planilha de custos!!

Some a isso a desindustrialização e veja se o Brasil é ou não é o país do futuro.

O Sílvio Meira escreveu um post tão bom que eu copiei até o título.

a geração que começou a vida jogando [virtualmente, e não bola de gude] só, e depois on-line [e depois em grandes redes de conhecidos], que tem hoje entre 5 e 25 anos, é o “us” de wright. são os nós que aprenderam a jogar no modo 2 de michael gibbons [no lugar, em rede, sob demanda, no contexto, multidisciplinar, fora da escola, orientado a problemas] e estão aprendendo a fazer mundos virtuais basicamente do mesmo jeito, pois o modo 1 [na escola, sistematizado, disciplinar… burocrático] não foi onde os jogos [de todos os tipos] foram criados. e muito menos jogados. é proibido jogar, no modo 1… no modo 1, que é muito sério, jogos são brincadeiras intoleráveis.

“Games are evolving to entertain, educate, and engage us individually. These personalized games will reflect who we are and what we enjoy, much as our choice of books and music does now. They will allow us to express ourselves, meet others, and create things that we can only dimly imagine. They will enable us to share and combine these creations, to build vast playgrounds. And more than ever, games will be a visible, external amplification of the human imagination.”

Aí o Sílvio Meira dá como exemplo um jogo que eu já tinha ouvido falar há um tempo, mas nunca tinha visto nada. Dei mole, pq o jogo é foda!

Se gostou do assunto, clique e veja uma palestra foda da sensacional (nos dois sentidos) Jane McGonigal.